O fechamento do estreito de Ormuz não apenas gerou um caos na distribuição energética, como vem revelando quem são os agentes políticos com potencial para reorganizar a ordem internacional.
A Índia já se posiciona como um fornecedor de produtos manufaturados, tentando atuar como um concorrente para Estados e corporações que não querem depender exclusivamente da China.
A Turquia, utilizando de sua posição geográfica privilegiada e indústria bélica, procura fechar acordos de segurança e pragmatismo diplomático para se tornar um agente influente diante do caos do colapso do mundo baseado em regras.