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O Trocando as Bolas Especial Departamento Médico está no ar, com Carlos Banana no comando e Daniel Gincana na função de parceiro improvisado, o que no fundo é a metáfora perfeita para o futebol brasileiro: você escala com o que tem e reza para ele não ser caolho.
A final da Champions teve tiro, porrada e bomba, além de um senhor de Luxemburgo que não pediu para estar ali. O hino nacional voltou a comparecer ao Maracanã, desta vez sem orelhas. E como sempre o jornalismo deu com a vergonha na porta.
Mas aqui, não. Aqui é resenha. A velha, a boa, a que a gente aprendeu a amar como se ama o crime: com culpa, com prazer e sem nenhuma intenção de parar.
Aperta o play. O Luigi agradece os votos de melhoras e pede que vocês parem de ler o Leandro Karnal.