A Bahia é vítima do PT

Publicado em 25 de Junho de 2026
Turismo global, infraestrutura logística e um povo trabalhador. A Bahia tem tudo para ser a grande potência do Nordeste. No entanto, após vinte anos consecutivos de governos do PT, a realidade é outra. 

A verdade nua e crua é que o PT transformou a Bahia em um laboratório de violência, pobreza e escândalos. O preço desse monopólio de duas décadas foi a destruição da segurança e o avanço da corrupção institucionalizada para perpetuar um projeto de poder.

O colapso da segurança pública é a prova mais trágica desse laboratório petista. Hoje, seis das dez cidades mais violentas do Brasil estão em território baiano. O estado virou um hub logístico para facções nacionais como o PCC e o Comando Vermelho, associadas ao grupo local Bonde do Maluco (BDM). O resultado é uma guerra sangrenta por territórios que sitia periferias, invade o interior e assombra áreas turísticas. Moradores vivem sob toque de recolher e a polícia, sucateada, enxuga gelo enquanto os homicídios batem recordes históricos.

O medo caminha lado a lado com a destruição econômica. 20 anos de PT transformaram a Bahia no estado com o maior número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza no país, rompendo a barreira dos 6 milhões de baianos na miséria. A Bahia lidera os rankings nacionais de desemprego e subocupação, ostentando uma taxa de desocupação que sufoca a população economicamente ativa. Em vez de gerar emprego e atrair investimentos, o governo optou por institucionalizar a dependência, mantendo o estado refém de auxílios para garantir o cabresto eleitoral.

Paralelamente, o estado virou um balcão de negócios. O crescimento explosivo do Banco Master tem origem na privatização da EBAL (Empresa Baiana de Alimentos), que administrava a Cesta do Povo. O comprador levou a estatal a preço de banana e, de quebra, ganhou o monopólio da gestão do cartão Credcesta por 15 anos, com autorização para descontar juros elevados direto da folha de pagamento dos servidores públicos baianos. Uma sequência de ações da cúpula petista do estado, decisiva para bombar o banco de Daniel Vorcaro.

A mais recente fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal colocou as digitais do PT definitivamente na cena do crime. As buscas chegaram ao senador Jaques Wagner, líder do governo Lula no Senado. O saldo foi devastador: malas de dinheiro vivo, relógios de luxo e a revelação de vantagens indevidas, incluindo regalias para familiares e a ocultação de um apartamento de alto padrão. A PF aponta que o Master financiou o luxo em troca de contratos e lobby em Brasília. 

O Master não foi o único escândalo. A Bahia ainda carrega a mancha dos respiradores do Consórcio Nordeste. Em 2020, sob a presidência de Rui Costa e a gestão de Carlos Gabbas, foram pagos R$ 48,7 milhões adiantados por 300 aparelhos a uma empresa de produtos de maconha. Os ventiladores nunca foram entregues, nenhuma vida foi salva e menos de 4% do dinheiro foi recuperado. Após tentativas no TCU de aliviar a barra dos envolvidos, a PGR exigiu o retorno do caso ao STF. Seis anos depois, o crime segue sem punição.

O laboratório baiano do PT normalizou a violência, institucionalizou a pobreza e se transformou no berço de grandes casos de corrupção. O resultado é um estado refém. 

A Bahia precisa se libertar do cabresto que a estrangula.

A Bahia e o Brasil precisam se livrar do PT.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *