Não É SÓ Sobre o Lula no Carnaval | POP CORNER

A Sapucaí vaiou o roteiro. O samba virou palanque, o público não gostou e virou oposição.

O Carnaval mostrou o limite da militância travestida de cultura. A homenagem política, a ironia com símbolos religiosos e o ataque à família tradicional não ficaram restritos à avenida viraram crise política real. E o que começou no samba continua no cinema.

🎬 “Ainda Estou Aqui” vira selo de virtude.
🎬 “Apocalipse nos Trópicos” transforma o evangelicalismo em objeto de suspeita.

A pergunta é simples — e incômoda:
A cultura brasileira ainda quer dialogar com o país real ou prefere continuar produzindo pra própria claque? Se metade do Brasil se vê retratada como problema sociológico, a conta acaba chegando na bilheteria e na urna. A cultura brasileira ainda quer representar o país ou passou a disputar o país? Porque quando a cultura troca universalidade por militância, ela escolhe um lado. E toda escolha tem consequência.

Assista até o final e participe do debate nos comentários.

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