A Copa deveria ser o mês do churrasco, da camisa verde-amarela, da rua cheia, da família reunida e do Brasil virando uma arquibancada só. Mas em 2026, no Brasil real, até torcer ficou caro: carne, cerveja, figurinha, camisa da seleção, energia, segurança e cartão de crédito viraram parte da conta que o brasileiro paga antes mesmo de a bola rolar.
Neste vídeo, o Estúdio 5º Elemento mostra que a Copa sempre foi usada como palco político — de Mussolini em 1934 à Argentina de 1978, da Rússia de Putin ao Catar — e que o Brasil também nunca escapou disso: Maracanã em 1950, Médici em 1970, Lula e Dilma tentando vender o “Brasil potência” em 2014, até o 7×1 virar metáfora nacional.
Agora, enquanto Lula tenta vestir um patriotismo de ocasião, o brasileiro comum olha para o preço do mercado e entende que não foi ele quem politizou a Copa. Foi o governo que entrou no churrasco, na camisa, na luz, na segurança, no lazer e no bolso de todo mundo.