Não é apenas uma eleição

Publicado em 03 de Julho de 2026

A crise do Brasil já é visível para o cidadão comum que frequenta o supermercado. Ali fica comprovada a perda do seu poder de compra. O mesmo cidadão anda pelas ruas com medo de assaltos e latrocínio. Vive-se no Brasil em um estado de desesperança silenciosa, uma espécie de falta de direção para a vida, pois todas as possibilidades foram minadas.

O país está fraturado, com um povo empobrecendo lentamente, enquanto grandes empresas e corporações com boa relação com o Estado mantêm-se intocáveis, poderosas demais para responder por seus crimes, parecem ter o governo e seus representantes no bolso.

Por outro lado, o poder policial do Estado brasileiro vem avançando contra o cidadão. Existem figuras incriticáveis, discursos que não podem ser ditos e insatisfações que não podem ser expressas; redes sociais cobram identificação e dão o aval sobre qual discurso é permitido ou não, e em caso de injustiça não há para quem recorrer.

Isso sem mencionar o poder paralelo do tráfico, que tem seus tribunais, instituições e domínio territorial para caçar e executar cidadãos que não se adequarem ao seu regime.

O ambiente no Brasil para o cidadão comum, desprovido de boas relações com burocratas do establishment, sem recursos financeiros ou relações políticas para fazer valer seus direitos, é de opressão. Nas ruas, a sensação é de insegurança; no supermercado, a subsistência custa caro e consome boa parte dos recursos, e caso seja necessário utilizar crédito para sair do sufoco, os bancos e as pesadíssimas taxas de juros são abusivos.

E, diante de toda essa opressão, não há para quem recorrer, não existe instância judicial ou instituição pública para corrigir os desvios do sistema ou mesmo para obter socorro e auxílio.

Mas esse ataque à dignidade do brasileiro não é acidente nem incompetência de quem governa; é um plano feito sob medida para deixar o país na miséria. Quando o dinheiro perde o valor e o cidadão não consegue mais produzir ou arrumar emprego, acaba virando um refém. E foi justamente essa a agenda seguida pelo PT: a lumpemproletarização da população geral, reduzir o povo brasileiro a uma horda de mendigos incapazes de reagir à tirania.

O pleito presidencial que se aproxima não é apenas uma eleição, é a escolha entre viver a agonia de assistir à agenda petista ser concluída ou dar um basta nesse processo e iniciar a reconstrução do país. Para iniciar esse processo de construção é necessário que o processo de destruição seja interrompido completamente — quando se trata de uma construção material como um edifício, falar em reconstrução sem que o processo de destruição seja interrompido é totalmente contraditório, mas tratando-se de política é impossível reconstruir setores da economia sem sanar problemas institucionais, sociais, etc.

Caso a agenda petista de lumpemproletarização da população siga sem resistência, o risco de se ver o Brasil sendo transformado em uma colônia com administração presencial de chineses é altíssimo.

O povo, que já é subjugado por suas instituições nativas, desse momento em diante seria explorado por estrangeiros sob proteção do Estado.

Não é simplesmente uma eleição; o pleito que se avizinha terá impacto existencial sobre o Brasil.

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