André Janones é uma figura que se vende como o defensor dos oprimidos, o “guardião da democracia” que enfrenta os poderosos com bravatas e postagens raivosas. Mas, por trás da máscara de justiceiro, esconde-se um político cuja moral é tão frágil quanto um castelo de cartas em um vendaval. Seus ataques a adversários, sempre recheados de acusações como “bandido”, são gritos de quem tenta desesperadamente desviar o foco de suas próprias sujeiras. O espelho que ele evita encarar está quebrado, e os cacos refletem não um herói, mas um oportunista que vive de apontar o dedo enquanto esconde as mãos manchadas.

Em 29 de março, Janones cuspiu mais um de seus ataques rasteiros em uma postagem no X: “A facada sem sangue! Kkkk a mentira mais deslavada da história da república. Ainda colocaremos na cadeia todos que participaram dessa farsa”. O alvo, como sempre, era Jair Bolsonaro, atingido por uma facada em 2018 que Janones insiste em chamar de encenação, apesar das provas gritantes do contrário. É o mesmo Janones que já rotulou Luciano Hang de “bandido” por construir um império com trabalho honesto, algo que a esquerda que ele representa parece odiar. Mas o que ele não admite — ou é burro demais para perceber — é que o espelho que ele aponta para os outros só reflete sua própria podridão.

Vamos aos fatos: Janones é um bandido confesso. Em 2023, ele foi pego em áudios admitindo que praticava a “rachadinha”, aquele esquema sujo de desviar salários de assessores para engordar o próprio bolso — ou, nas palavras dele, “reconstruir” seu patrimônio. Acabou por escapar da cadeia com um acordo na PGR, pagando uma multa que não apagou a verdade: ele desviou dinheiro público e ainda teve a cara de pau de justificar. E esse é o sujeito que sobe no pedestal para chamar o atentado contra Bolsonaro de “farsa”. O sangue do ex-presidente estava na faca, e os médicos confirmaram o risco de morte. Mas Janones, com sua régua moral torta, prefere rir como um idiota e ignorar a realidade, porque a esquerda que ele segue como um cão fiel não dá a mínima para fatos quando a narrativa está em jogo.

Esse é o padrão do deputado: apontar o dedo enquanto esconde a mão suja. Chama Hang de “bandido” por prosperar com seu próprio suor, algo que incomoda quem vive do suor dos outros, e agora quer transformar a facada em farsa, como se fosse um investigador desmascarando conspirações. Na verdade, Janones é só um oportunista sem vergonha de nada, um palhaço que acha que  um “kkkk” disfarça a falta de argumentos. Como alguém que confessa um crime tem a audácia de pedir cadeia para os outros? Simples: na cartilha da esquerda que ele abraça, coerência é lixo e hipocrisia é virtude. Janones não guarda a democracia; ele guarda o próprio ego, inflado por bravatas que não sobrevivem a uma gota de honestidade.

A postagem no X sobre a facada é mais do que um ataque a Bolsonaro — é um atestado de fracasso moral. Janones não tem espelho; tem um caco que ele usa para projetar sua sujeira nos outros. Enquanto berra “farsa”, o reflexo mostra o verdadeiro farsante: um político medíocre que grita “bandido” para esconder que o maior delinquente da história dele é ele mesmo. 

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