Ninguém aguenta mais Lula e o PT

Publicado em 21 de Março de 2026

O teatro está chegando ao fim. O que estamos vendo no Brasil é o colapso de um modelo de poder que parou no tempo. O governo com baixa popularidade é o reflexo de uma realidade que eles se negam a enxergar, ou fazem questão de usar tudo o que podem para esconder. A esquerda achou que o país de 2026 era o mesmo de vinte anos atrás. Quebrou a cara.

Está cada dia mais claro que Lula perdeu a mão. As metáforas de futebol e as frases improvisadas, que antes até passavam por “sabedoria popular”, hoje deixam claro que sempre foram o escudo para o despreparo e a arrogância. A mania de culpar o passado, o Banco Central ou “o sistema” virou piada. Lula é o sistema. O brasileiro cansou de desculpas; ele quer preço baixo no mercado e segurança na rua. O resto é conversa fiada de palanque que não muda a vida de quem sofre nas mãos do Estado.

Nunca se viu um esforço tão grande de colunistas e emissoras para justificar o injustificável. É a ginástica mental para transformar déficit em “investimento” e falas desastrosas em “deslizes”. O “entenda como isso é bom” não engana mais ninguém. O grande problema para eles é a internet, por isso não desistem de querer regular tudo. O povo não precisa da curadoria da velha mídia para saber que o dinheiro não chega ao fim do mês. A “passada de pano” hoje só serve para validar a propaganda, mesmo que isso custe queimar o que sobrou da credibilidade desses veículos.

Os programas sociais foram a joia da coroa do PT, mas o brilho sumiu. Ouro de tolo. Dar o peixe sem permitir que o cidadão pesque — ou pior, tributando a vara de pesca até o talo — não gera mais gratidão eterna; hoje gera revolta. Existem, claro, aqueles que precisam do peixe, mas a maioria dos brasileiros quer prosperar, empreender e ser livre. A dependência do Estado como “única saída” é uma narrativa incapaz de sustentar um projeto de poder a longo prazo.

Além disso, a estratégia do sistema de isolar, silenciar e tornar Jair Bolsonaro um fantasma também não funcionou como esperado. Deixaram o homem incomunicável, tratam o maior líder da direita como um refém. O tiro saiu pela culatra. Ao tentarem apagar Bolsonaro, criaram um símbolo. O fato de o governo Lula derreter nas pesquisas, mesmo com seu principal adversário de mãos atadas, é o maior atestado de incompetência da história. A direita não é mais apenas um homem; é o sentimento que ele despertou. É aquilo que o PT sonhou em manter apenas com narrativas, mas fracassou ao falar uma coisa e fazer outra.

A hegemonia da esquerda está chegando ao fim porque ela não tem nada de novo a oferecer. É um governo de retrovisor, de vingança e de privilégios para a elite estatal. É mais um mandato marcado por escândalos que, mais uma vez, batem à porta do Palácio do Planalto e colocam no centro figuras muito próximas ao topo.

A cada pesquisa, o choque de realidade é mais forte. Enquanto a atual gestão derrete, o campo de Jair Bolsonaro cresce, reforçando que o ex-presidente — mesmo refém, mesmo vítima de desconstrução permanente e mesmo incomunicável — construiu um legado popular que causa inveja àquele que achou que enganaria todo mundo o tempo todo.

O Brasil acordou. Não vai ser uma metáfora tosca ou uma manchete amiga que vai fazer o país dormir de novo. Lula e o PT já chegaram à beira do abismo. O empurrão virá das urnas.

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