A Sapucaí vaiou o roteiro. O samba virou palanque, o público não gostou e virou oposição.
O Carnaval mostrou o limite da militância travestida de cultura. A homenagem política, a ironia com símbolos religiosos e o ataque à família tradicional não ficaram restritos à avenida viraram crise política real. E o que começou no samba continua no cinema.
🎬 “Ainda Estou Aqui” vira selo de virtude.
🎬 “Apocalipse nos Trópicos” transforma o evangelicalismo em objeto de suspeita.
A pergunta é simples — e incômoda:
A cultura brasileira ainda quer dialogar com o país real ou prefere continuar produzindo pra própria claque? Se metade do Brasil se vê retratada como problema sociológico, a conta acaba chegando na bilheteria e na urna. A cultura brasileira ainda quer representar o país ou passou a disputar o país? Porque quando a cultura troca universalidade por militância, ela escolhe um lado. E toda escolha tem consequência.
Assista até o final e participe do debate nos comentários.
Comments (1)
Jorge Maranhãosays:
24 de fevereiro de 2026 at 20:02Caros, gostaria que o Arthur Machado entrasse em contato sobre o tema do release que segue anexo e que já enviei anteriormente. Obrigado
https://1drv.ms/w/c/9a7e391f4ca42afa/IQD6KqRMHzl-IICaZD0AAAAAATC8kgidRC8PwYoJ1wpP5CU