Em dezembro de 2024 o Lula recebeu o dono do Banco Master no Palácio do Planalto num encontro que não entrou na agenda oficial, e na sala estavam o Galípolo, o Guido Mantega e o Rui Costa. Em 2018, na Bahia, a secretaria chefiada pelo Jaques Wagner negociou a venda da Cesta do Povo com o cartão CredCesta por R$ 15 milhões, com exclusividade de quinze anos para operar o consignado do servidor. Dezesseis dias depois o governador Rui Costa assinou os decretos que liberaram margem de 30% do salário, e em 2022 assinou mais um, que travou a portabilidade da dívida.
O CredCesta foi o que virou a chave do banco: 33 mil clientes no fim de 2018, 5,8 milhões em 2024, cobrando quase 5% ao mês num consignado que o resto do mercado fazia por 1,5%. Depois de tudo isso o presidente diz que o Master é ovo da serpente do Bolsonaro. Convenceu você? Comenta aí.