A União Europeia aumentou seus déficits para continuar financiando a guerra na Ucrânia. A Alemanha tinha a intenção de utilizar os ativos russos congelados como lastro desses empréstimos, mas foi barrada por Itália, Bélgica e, surpreendentemente, pela França. Ao que parece, Macron e a facção globalista que o sustenta estão em conflito com o Vale do Silício e tentam, de toda forma, impedir o desgaste do sistema de financeirização e de burocratização tecnocrática construído nos últimos 80 anos.
Mas a ordem internacional globalizada e baseada em regras — que já está colapsando — pode ruir de vez com a possibilidade de uma parceria entre Rússia e EUA, que estariam se aproximando por questões geográficas, políticas e militares. Como a UE manterá sua política burocrática nesse cenário? A Ucrânia poderia dar um calote na UE caso firme um acordo com os EUA?