A direita americana entendeu que cultura é poder: fundiu Paramount e Warner (US$ 110 Bi) com a bênção de Trump e dinheiro árabe.
Enquanto os EUA consolidam seu “capital mental”, o Brasil taxa a Netflix, encarece o videogame e deixa o imaginário da juventude nas mãos do narcotráfico.
Quem vai ter mais influência daqui a 20 anos?