Flávio Bolsonaro pediu dinheiro a Daniel Vorcaro? A esquerda tenta, a todo custo, ligar o escândalo Master à família Bolsonaro, mas até onde as denúncias se sustentam?
Lula tenta vender um “plano contra o crime” depois de dois anos de omissão, enquanto o bolso
do brasileiro segue esmagado pela inflação, dívida recorde e combustível subindo.
Enquanto escândalos como o INSS somem do noticiário, Flávio cresce ocupando exatamente
os espaços deixados por Lula, mas algumas pesquisas deixam claro que ainda temos muito
trabalho pela frente, então resta a pergunta: quantos votos de pessoas que não iam votar no
Flávio você já conquistou hoje?
Nesse Puxando o Fio, Filipe Trielli, Arthur Machado e Kim Paim destrincham o programa “Brasil
Contra o Crime Organizado” lançado por Lula nesta terça (12/05): R$ 11 bilhões anunciados,
mas apenas R$ 1 bilhão de investimento real do governo federal — o restante empurrado para
os estados via empréstimos do BNDES. É o quarto plano de segurança de Lula em três
mandatos e o décimo brasileiro em 25 anos.
Tudo isso enquanto o PCC cresce e a pesquisa Futura/APEX mostra que 31,2%
dos eleitores acreditam que apenas Flávio Bolsonaro tem firmeza para enfrentar o crime
organizado — e 90% dos brasileiros (incluindo 81% dos eleitores do PT) apoiam a redução da
maioridade penal.
No segundo bloco, a economia que pressiona o eleitor real: IPCA-15 puxado por alimentos,
bebidas e combustíveis, Petrobras anunciando novo reajuste da gasolina, cesta básica subindo
em todas as capitais e endividamento das famílias batendo recorde pelo quarto mês seguido
segundo a CNC.
Lula adiou o lançamento de pré-candidatura, R$ 144 bilhões já foram gastos
em pacotes eleitorais só no ano, e surgem notícias de pesquisas internas testando Haddad e
Camilo Santana como substitutos. Itaú lucrou mais de R$ 12 bilhões no trimestre. BTG bateu
R$ 5 bilhões em receita.