O Ministério das Mulheres, cujos representantes sequer conseguem definir o que é uma mulher, assinou em março de 2026 uma portaria que leva a Lei Maria da Penha para dentro das escolas brasileiras. O que isso significa pra educação dos seus filhos — principalmente se você tem filho menino?
Neste vídeo, Anamaria Camargo reage à polêmica em torno do evento de Juliano Cazarré sobre liderança, masculinidade e espiritualidade cristã, e mostra o que a grande mídia decidiu ignorar: os dados que Thomas Sowell apresenta em Falácias da Justiça Social, e que Warren Farrell desenvolve em A Crise do Menino (The Boy Crisis), provam que a ausência paterna é o fator isolado mais fortemente correlacionado com evasão escolar, criminalidade, abuso de drogas, depressão e suicídio entre
meninos — superando raça e renda como variáveis explicativas. Quando se controla por estrutura familiar, as correlações entre raça/criminalidade e pobreza/criminalidade simplesmente
desaparecem.
A análise revela como a doutrina woke instalada no MEC e no Ministério das Mulheres trata a presença paterna como irrelevante, criminaliza a masculinidade e desvaloriza meninos — exatamente no momento em que a violência escolar e os ataques às escolas crescem no Brasil. Ana mostra ainda por que iniciativas como a do ator Juliano Cazarré incomodam tanto: porque tocam num tabu que destrói a narrativa oficial.
Como reagir? A apresentadora propõe quatro caminhos práticos — incluindo o exemplo de Raymond Nelson, professor da Carolina do Sul que em 2016 criou o Gentleman Club, hoje conhecido como Boys with a Purpose, programa que ensina meninos sem pai em casa a se vestir, se portar e tratar mulheres com respeito. Uma resposta concreta para o que política pública séria deveria estar fazendo no Brasil em ano de eleição.
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