
O Brasil está sob a prensa da submissão em 2025 — um sistema que espreme vidas e fatura com o suco. O mais novo golpe vem disfarçado de “inclusão financeira”: crédito oferecido ao trabalhador que mal tem o que comer, bancado com o FGTS do próprio cidadão. Isso mesmo, o governo cobra juros por emprestar ao trabalhador o que já é dele.
Como já comentamos aqui, segundo a Genial/Quaest, 81% dos brasileiros afirmam comprar menos hoje do que há um ano. O tal “crédito consignado” não é alívio, é forca. A escassez virou moeda, e o crédito, o peso que mantém o povo no chão — a matemática do estrago já mostra o produto da equação nefasta.
O plano, como já tratamos aqui, é deliberado. Em Brasília, o dado dos 81% não preocupa — anima. A política econômica de Lula – este naufragando em popularidade – não quer prosperidade; quer fardo. O Santo Padroeiro da Faria Lima, encontrou mais uma forma de tirar dinheiro do bolso do povo e entregar aos bancos. O programa autoriza os bancos a cobrarem juros, com muitos já aplicando acima dos já absurdos 2,92% ao mês, chegando a mais de 3,5%. Bancos e fintechs, com aval do Planalto, prensam o cidadão em dívidas sem fim. A inflação completa o serviço: comida, gás e luz nas alturas, e o salário não chega até o fim do mês — muitas vezes sequer dá pra começar o mês. O endividado não respira; calcula o próximo aperto. Qual a chance de isso dar certo para o povo?
O conglomerado globalista com suas sedes em Davos e Bruxelas, ajusta a prensa com frieza. O papo de “modernização” encobre um sistema onde cada real emprestado é uma algema digital — monitorada, cobrada, capitalizada. O pobre não é incluído; é prensado, transformado em lucro de um mercado que vive da submissão.
A domesticação é o lucro. Quanto mais o povo deve, menos reage. Como já dissemos aqui, o silêncio não é o sossego, é o som da prensa funcionando. Mas Lula, o gerente local, já não ilude: sua aprovação desaba, e o povo, farto de lorotas, começa a ranger os dentes. Um sinal de que a máquina pode falhar? Não aposte nisso. O andar de cima troca o operador sem piscar — a dívida segue, e o peso aumenta.
É um empobrecimento programado, onde a penúria vira capital e o crédito, coleira. A prensa da submissão esmaga sem dó, e o Brasil, espremido, vira suco para os cofres alheios. A rejeição a Lula pode ser uma fresta, mas o sistema não cederá fácil.